10% de desconto na primeira compra Promoção não cumulativa

Líder de varejo ótico no mundo. LOJA ONLINE DE LENTES DE CONTATO E ÓCULOS DE SOL.

Blog Cuidados com a visão: do pré-natal à terceira idade

Cuidados com a visão: do pré-natal à terceira idade

Os cuidados com a visão começam antes do nascimento e devem ser mantido ao longo da vida, principalmente, na melhor idade! Cada fase do crescimento humano requer atenções específicas que ajudam a manter uma boa saúde ocular.

Ainda no ventre da mãe

A gestante deve fazer o pré-natal para garantir a saúde completa do bebê, inclusive a ocular. Rubéola, toxoplasmose e sífilis são algumas doenças que podem contagiar as crianças ainda no ventre da mãe, por isso,  o acompanhamento médico durante toda a gravidez é de extrema importância. O pré-natal é um direito e deve começar nos três primeiros meses de gestação.

Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 40% das causas de cegueira infantil poderiam ser tratadas ainda no ventre da mãe ou até mesmo evitadas. A prevenção é a melhor forma de garantir a saúde ocular. A toxoplasmose e rubéola são doenças que podem afetar as mamães nos três primeiros meses de gravidez. Estas doenças podem causar cegueira e problemas neurológicos na criança.

Algumas doenças que podem ser transmitidas para a criança ainda no ventre:

  • Sífilis: no bebê, a doença pode causar alteração ocular grave, como baixa visão, deformação da retina e até cegueira.
  • Herpes genital (HSV-2): A criança pode ser contaminada caso haja a reincidência dos efeitos da doença durante a gravidez. O bebê está exposto ao risco de ter infecções oculares, infecções na pele e também na boca.
  • Rubéola: caso a mãe seja contaminada durante a gravidez, a criança irá contrair rubéola congênita, o que aumenta o risco de desenvolver catarata e, em casos mais graves, até a cegueira.
  • Toxoplasmose: as complicações da doença no bebê podem se manifestar na má formação cerebral e cicatriz na retina, podendo causar alterações visuais importantes.

IMPORTANTE: Os pais devem acompanhar os níveis de vitamina A no sangue da criança para garantir a saúde ocular. 

Cuidados após o nascimento

Após o nascimento, o médico aplica uma gota de nitrato de prata nos olhos do recém-nascido para prevenção de oftalmia (conjuntivite) e gonocócica (causada por bactéria que pode ser transmitida da mãe para o bebê ainda durante o parto, caso ela esteja infectada).

O profissional de saúde que mantém contato com o bebê precisa ficar atento com o tamanho, brilho, cor e aspecto geral dos olhos do recém-nascido. Esta observação pode identificar possíveis alterações e anormalidades.

Assim que a criança nasce, é preciso realizar o teste do olhinho nos primeiros dias de vida, ainda na maternidade. Dessa forma é possível identificar problemas de visão do recém-nascido.

Durante a primeira infância e puberdade (3 aos 12 anos)

É durante a infância que a visão se desenvolve, atingindo a maturidade por volta dos cinco anos. Nesta fase, algumas crianças podem apresentar estrabismo, miopia (olho preguiçoso) e ptose (pálpebra caída). 

Estes problemas são reversíveis e devem ser tratados assim que são identificados. Esta também é a fase do início da vida escolar e dificuldades de aprendizado podem estar relacionados a problemas de visão, causando um baixo aproveitamento. A miopia, hipermetropia e astigmatismo são os problemas mais comuns verificados nesse período de desenvolvimento.

Erros refrativos mais comuns na infância

Miopia: Quando o globo ocular é mais longo e provoca a formação da imagem antes que a luz chegue até a retina. 

Hipermetropia: Faz com que haja dificuldades para enxergar de perto pois os raios de luz se encontram depois da retina. Isso ocorre quando o globo ocular é mais curto.

Astigmatismo: Quando o globo ocular é irregular, o feixe de luz incide em ângulos diferentes, a imagem fica borrada tanto de perto quanto de longe.


Adolescência e início da fase adulta (13 a 20 anos)

Durante esta fase, as pessoas estão sujeitas a desenvolver ceratocone, doença que provoca irregularidade na córnea, e cujo sintoma é coceira excessiva nos olhos. Danos à visão também podem estar associados à utilização de aparelhos eletrônicos como a síndrome da visão do computador (CVS), o agravamento da miopia e da hipermetropia. Olho seco, coceira, dores de cabeça, olhos vermelhos, dificuldades de focar a visão após estudar ou assistir à televisão podem indicar problemas oculares.

Fase adulta e meia idade (a partir dos 40 anos)

Após os 40 anos, torna-se essencial a medição periódica da pressão intraocular – uma vez por ano, pelo menos. Em caso de histórico familiar de glaucoma, o exame é indispensável para identificar danos que doenças, como o diabetes, podem causar à visão. 

Além disso, é muito comum nessa fase da vida o aparecimento da presbiopia, popularmente conhecida como “vista cansada”. Ela aparece porque a lente do olho perde a capacidade de focar em objetos próximos, sendo necessário o uso de óculos ou lentes de contato para visão de curta distância.

Após os 60 anos

Nossos olhos também envelhecem. A partir dos quarenta anos, as visitas periódicas ao oftalmologista se tornam ainda mais importantes para a prevenção de doenças oculares.

Existem doenças que, apesar de não terem causas conhecidas, podem estar associadas à alguns hábitos, como tabagismo e exposição ao sol sem proteção e algumas doenças como hipertensão arterial. Os malefícios desses hábitos vão sendo acumulados no decorrer da vida, então, ter uma vida saudável desde cedo é o mais recomendado para chegar à melhor idade com saúde. 

Com o passar dos anos, especialmente para os idosos, aumenta-se a chance de aparecimento de problemas oculares como: catarata, glaucoma, doenças venosas oclusivas da retina e principalmente a degeneração macular relacionada à idade (DMRI); que é considerada a principal causa de perda visual de pessoas acima de 60 anos. 

IMPORTANTE: A mudança constante da prescrição dos óculos também pode indicar problemas com a visão em pessoas entre 50 e 60 anos.

Gostou das informações e dicas? Compartilhe com os seus amigos no Facebook, E-mail, Twitter e Tumblr. Também não deixe de comentar abaixo se tiver alguma dúvida ou sugestões para os próximos textos.